quarta-feira, 4 de julho de 2018

quarta-feira, 27 de junho de 2018

UFRN: de 6 para 116 cursos em 60 anos de história, formando 60 mil profissionais

Ângela Paiva, reitora da UFRN, elenca interiorização intensiva e difusão de conhecimento para sociedade como principais metas no curto prazo.
O ano de 1958 foi especial para o Rio Grande do Norte – a universidade era criada com os cursos de medicina, odontologia, filosofia, farmácia, direito e serviço social. De lá para cá, tudo mudou. O número de cursos de graduação saltou de 6 para 116. Esses números foram apresentados pela reitora Ângela Paiva em entrevista ao programa Cidade Agora, apresentado pelo jornalista Alex Viana, na 94FM.

Ângela Paiva estampa felicidade com a transformação que a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) passou nessas seis décadas, principalmente quando o assunto é a formação de profissionais, cuja marca chegou aos 60 mil. “Temos ex-alunos em todos os setores e áreas da sociedade, em empresas locais, nacionais e multinacionais, nas esferas de governo, de poderes e em mais de 60% dos cursos temos notas altas no ranking nacional”, disse a reitora. Hoje, a UFRN tem 40 mil alunos.
A primeira grande mudança ocorrida na UFRN se deu nos 70, quando foram criados os primeiros programas de mestrado e doutorado. Este ano, por exemplo, a UFRN colocará no mercado 127 profissionais pós-graduados, entre mestrandos e doutorandos. “É um número que vai aumentando porque estamos trabalhando com um modelo de educação empreendedora e de inclusão social. Outro fator que nos orgulha é que 70% dos alunos são oriundos de famílias de baixa renda, ou seja, famílias que ganham no máximo um salário mínimo e meio. Isso significa que a UFRN chegou a quem mais precisa”, detalha Ângela Paiva.
Para a reitora, a universidade com pobres e ricos e com todas as etnias a torna mais inclusiva e eleva sua qualidade. O maior desafio e dar sequência ao processo de interiorização, que hoje já conta com sete mestrados e cursos de medicina multicampi, nos municípios de Caicó, Currais Novos e Santa Cruz. O outro desafio é acelerar o desenvolvimento científico e tecnológico com inovação e trazendo isso à população, para que não fique restrito apenas às publicações científicas.
Residência, alimentação e transporte melhores: o bom misto de qualidade e logística
Com uma UFRN melhor distribuída para todas as camadas da sociedade, criou-se a necessidade de melhorar – em ritmo acelerado – a qualidade e a quantidade das residências para os alunos. Este processo se repetiu na alimentação. A reitora explicou que houve melhorias nos restaurantes e também no que é servido. Quanto ao transporte, o maior número de ônibus é sempre discutido com a prefeitura e empresas atuantes no setor.
Hoje, há pelo menos cinco pontos de alimentação no campus da UFRN em Natal, além de ônibus que circulam pela universidade, distribuindo os alunos em pontos específicos. A maior preocupação hoje é com a segurança, principalmente porque não se faz mais concurso para esta área, ou seja, todo o pessoal é terceirizado. Contudo, a reitora Ângela Paiva afirma que a parceria com a Polícia Militar tem sido bem-sucedida, com patrulhamentos constantes.
A UFRN desenvolveu o aplicativo campus seguro, na qual cada aluno ou servidor público pode localizar o segurança mais próximo. A reitora Ângela Paiva disse, ainda, que a semana será comemorações com diversos tipos de programações: assembleia universitária, apresentação da orquestra sinfônica, lançamento de livros, exposições de arte e realização da Cientec – mostra de ciência, tecnologia e cultura da UFRN, que este ano será durante as comemorações dos 60 anos. A programação inclui aula magna com ex-reitores, seminários sobre pós-graduação, educação básica, desenvolvimento científico e tecnológico, além de um congresso sobre extensão universitária.

Fonte: AGORA RN

terça-feira, 5 de junho de 2018

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Quanto tempo depois de beber álcool eu posso dirigir?

Especialista alerta: se a pessoa decidir beber mais, o tempo de espera pode ser maior do que as 12 horas recomendadas.
Você já sabe: bebida alcoólica e direção não combinam. Mas quanto tempo depois de beber uma cervejinha você pode dirigir?
De acordo com especialistas consultados por Autoesporte, o tempo que o nosso corpo leva para absorver o álcool pode variar bastante, já que existem muitas variáveis. Depende se você é homem ou mulher, do seu peso, da quantidade de álcool consumido e, é claro, do tipo de bebida ingerida. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), alguns testes de alcoolemia podem detectar rastros de álcool até 12 horas após a ingestão. Por isso, o recomendado é aguardar 12 horas para assumir o volante.
Estudos indicam que cerca de 90% do álcool consumido é absorvido na primeira hora. Mas não se engane: quanto maior o teor alcóolico, ou seja, quanto mais você beber, maior será a dificuldade do corpo humano em processá-lo. É isso que explica Dirceu Alves, especialista em medicina do Tráfego. Ele afirma que cada dose de álcool levaria cerca de uma hora para sair do organismo. Mas apenas em casos de consumo de quantidades reduzidas, ou seja, de no máximo uma latinha de cerveja (cerca de 200 ml).
O especialista alerta: se a pessoa decidir beber mais, o tempo de espera pode ser maior do que as 12 horas recomendadas. Se a quantidade de álcool for muito grande, o álcool sai do sangue em até 12 horas, mas os efeitos no cérebro continuam – a conhecida ressaca. “O recomendado é que nos casos de consumo excessivo, o motorista espere pelo menos 24 horas para dirigir novamente”, afirma.
A nutricionista Roberta Nogueira acha complicado determinar um tempo fixo, exatamente pelas variáveis que envolvem o processo de metabolização do álcool no organismo. “Pode ter diferenças dependendo do tipo de bebida. Se a pessoa se alimentar enquanto ingere o álcool, isso também ajuda a reduzir o cálculo. Mesmo assim, não podemos afirmar um limite de tempo”.
A nutricionista também afirma que há diferenças no consumo de álcool de homens e mulheres.  “Quando as mulheres ingerem um copo de vinho, é como se tivessem ingerido dois em relação ao homem, pois há uma dificuldade maior na digestão do álcool”, afirma.
Efeitos do álcool
A combinação álcool e direção é o grande inimigo dos motoristas em todo o mundo. Mesmo com a aplicação e a rigidez da Lei Seca no país, a ingestão de bebidas alcoólicas é a terceira maior causa de mortes no trânsito brasileiro. A nossa atual legislação já penaliza motoristas que conduzam com nível de álcool superior a 0,06 dg/l (gramas de álcool por decilitro de sangue) e (0,34 mg/L) no ar expelido no teste do bafômetro.
De acordo com o NHSTA, o Departamento de Transportes dos Estados Unidos, o motorista já tem sua capacidade de direção atingida com apenas 0,02 dg/l de álcool no sangue, o que equivale a um simples copo de vinho. De acordo com o estudo, esse valor já é suficiente para a redução da capacidade de realizar duas tarefas ao mesmo tempo e a localização de um alvo em movimento, por exemplo.
Mitos e verdades
Os especialistas afirmam que não há nada que possa ser feito para acelerar o processo de metabolização de álcool no corpo. Não adianta comer doce, tomar chazinho ou se medicar com antiácidos. Essas são soluções que podem aliviar os sintomas da embriaguez, mas não vão reduzir o tempo de absorção do álcool no corpo.
Beber água e realizar exercícios físicos, por exemplo, assim como se alimentar podem ajudar o seu corpo a se sentir melhor. “É importante nunca beber de estômago vazio e sempre comer alguma coisa”, aconselha. Mas essas dicas não vão te livrar do teste do bafômetro e nem da responsabilidade de arriscar a vida de alguém no trânsito.
Fonte: Autoesporte

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Acreditar em Deus reduz ansiedade e estresse, diz estudo

Acreditar em Deus pode ajudar a acabar com a ansiedade e reduzir o estresse, segundo um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá.
A pesquisa, publicada na revista Pyschological Science, envolveu a comparação das reações cerebrais em pessoas de diferentes religiões e em ateus, quando submetidos a uma série de testes. Segundo os cientistas, quanto mais fé os voluntários tinham, mais tranquilos eles se mostravam diante das tarefas, mesmo quando cometiam erros.
Os pesquisadores afirmam que os participantes que obtiveram melhor resultado nos testes não eram fundamentalistas, mas acreditavam que “Deus deu sentido a suas vidas”.
Atividade cerebral
Comparados com os ateus, eles mostraram menos atividade no chamado córtex cingulado anterior, a área do cérebro que ajuda a modificar o comportamento ao sinalizar quando são necessários mais atenção e controle, geralmente como resultado de algum acontecimento que produz ansiedade, como cometer um erro.
“Esta parte do cérebro é como um alarme que toca quando uma pessoa comete um erro ou se sente insegura”, disse Michael Inzlicht, professor de psicologia e coordenador da pesquisa. “Os voluntários religiosos ou que simplesmente acreditavam em Deus mostraram muito menos atividade nesta região. Eles são muito menos ansiosos e se sentem menos estressados quando cometem um erro.”
O cientista, no entanto, lembra que a ansiedade é “uma faca de dois gumes”, necessária e útil em algumas situações.
“Claro que a ansiedade pode ser negativa, porque se você sofre repetidamente com o problema, pode ficar paralisado pelo medo”, explicou. “Mas ela tem uma função muito útil, que é nos avisar quando estamos fazendo algo errado. Se você não se sentir ansioso com um erro, que ímpeto vai ter para mudar ou melhorar para não voltar a repetir o mesmo erro?”
Os voluntários religiosos eram cristãos, muçulmanos, hinduístas ou budistas. Grupos ateus argumentaram que o estudo não prova que Deus existe, apenas mostra que ter uma crença é benéfico.
Por Revista Pazes

terça-feira, 1 de maio de 2018

1º de Maio: DIA DO TRABALHO

O dia do trabalho é mais um dia de reflexão a todos nós. Acorda meu povo, mais dignidade a classe trabalhista!