quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Reforma da Previdência prevê aposentadoria aos 65 anos e com 25 de contribuição

ABr – O secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, anunciou ontem(6) que a reforma da Previdência enviada ao Congresso Nacional estabelece a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem e tempo mínimo de contribuição de 25 anos. Essa regra valerá para homens com idade inferior a 50 anos e mulheres com menos de 45 anos.
O detalhamento da reforma da Previdência é apresentado nesta manhã no Palácio do Planalto. Caetano informou que haverá um fórmula de cálculo progressiva e proporcional ao tempo de contribuição, sendo que as aposentadorias não serão inferiores a um salário mínimo.
Atualmente, as mulheres podem pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição e os homens, após 35 anos de trabalho. Para receber o benefício integral, é preciso atingir a fórmula 85 (mulheres) e 95 (homens), que é a soma da idade e do tempo de contribuição.
Embora a idade mínima seja de 65 anos na proposta, a regra poderá ser alterada automaticamente a depender a expectativa de vida do brasileiro, elevando assim esse teto mínimo, segundo Caetano. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publica esses dados periodicamente.
Por Blog Sidney Silva

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Projeto de combate à desertificação no Seridó mobiliza associações!

10 coisas que você precisa fazer antes que o ano termine para ser uma pessoa melhor em 2017.

Faltam poucas semanas para que 2016 termine.  Talvez não há mais tempo de fazer algo realmente importante. Tampouco tudo aquilo que você prometeu que faria neste ano – e não pode cumprir, mas há tempo para fazer estas coisas super maneiras e entrar 2017 com novas perspectivas altruístas, empáticas e grande valia ao cultivo do amor próprio.  Confira as 10 coisas bacanas que você pode sim, fazer ainda nas próximas semanas. A autora desta lista, vivenciou todas elas e conta a sua experiência em breves relatos.
1 – Visitar os avós (se não os tem, visite um abrigo de idosos, leve jujubas diet e bonecas de pano)
Eu tenho uma avó e ela está com 95 anos. Ela é o ser humano mais completo que conheço. Ativa – costura roupas para doar aos carentes, sempre grata a Deus por tudo e já se casou 6 vezes. Ela é alegre e braba também. Sempre que preciso de uns puxões de orelha por achar que minha vida está pesada demais, vou visitá-la e ela me dá umas boas broncas. Fico boa logo. Como não? Desta vez, levei jujubas diet e uma boneca de pano que ela nomeou de Maria Rita em homenagem ao rei Roberto Carlos. Ela ficou tão feliz com a boneca que eu achei que fizera uma coisa muito legal.  Sai de lá, feliz.
2 – Fazer (com testemunhas) um tipo de loucura que quem lhe conhece jamais imaginaria que você fosse capaz
Fui com as minhas irmãs jogar sinuca num boteco de uma cidadezinha do interior. Minha mãe pagou a conta e a gente fez uma bagunça no local. Quatros loucas citadinas com diplomas de nível superior dando gargalhadas, errando todas as tacadas e dançando o tema de Titanic. Foi uma noite inesquecível. Não para minha mãe que pagou a conta, mas a gente se divertiu como nunca. Saí de lá, renovada.
3 – Assistir três filmes idiotas com gente que sabe rir de coisas idiotas
Assisti com minha filha numa tarde só: ‘Cada um tem a gêmea que merece’; “Debi & Lóide e Tudo para ficar com ele. Acreditem, assistir a filmes idiotas vale por um mês de terapia. Cada gargalhada espontânea que você dá é uma dose de serotonina no cérebroSaí de lá, leve.
4 – Visitar uma floricultura, conversar a vendedora sobre as flores e não comprar nenhuma
Comecei a fazer uma nova meditação antes de dormir: 20 exercícios de respiração e depois uma prece assistida pelo espiritualista Bruno J. Gimenes. Ele orienta que devemos ter o contato com a natureza por alguns minutos pelo menos uma vez por semana. E é aí que entra a floricultura: quando não se tem acesso a parques e campos, a gente vai numa floricultura mesmo.  Fui e gostei bastante da experiência. Difícil foi sair de lá sem comprar coisa alguma, mas o desapego faz parte do tratamento de cura interior. Então, sem compras naquele dia. Saí de lá, rediviva. 
5 – Ir a um restaurante e brincar com todos: desde o recepcionista, o garçom e as pessoas da mesa ao lado
A dor existe e é inevitável. Acontece pra amaciar a face – isso quando se compreende ser apenas mais um dentre tantos. Mas se a dor enrijece as faces, é sofrimento por vitimar-se no monopólio da desgraça. O sofrimento na dor é perfeitamente evitável: e não adianta trocar os sapatos na crença de que outros lhe serão mais confortáveis – creia – o sofrimento não vem dos sapatos, mas da importância que se dá aos calos. Essa dor que enrijece as faces e nos transforma em seres empedrenidos e mal educados com os demais é um direito que não devemos fazer o uso. Então, eu faço deste tópico um ritual autoimposto. E sempre que vou a qualquer lugar, desde a padaria ao estádio de futebol, brinco e sorrio com e para os atendentes. Quem ganha com isso? Sempre eu.  Saio de lá, contente.
6 – Chamar os seus três melhores amigos para saírem às ruas com uma placa: preciso de um abraço
Fizemos isso num parque de diversões em minha cidade. As reações das pessoas são incríveis e emocionantes. Elas se entregam num abraço. Um abraço tem o poder de descongelar um iceberg. As pessoas precisam ser abraçadas e quem lhes abraça precisa mais ainda. O abraço é uma força indelével contra a melancolia . Saí de lá, transformada.
7 – Doar sangue ou médula óssea
É preciso doar risos e sangue. Doar risos e sangue é doar vida e energia. Eu sou doadora de sangue e de riso porque solidariedade não é doar o que te sobra, mas o que também te faz falta. Saio de lá, viva.
8 – Sentar-se com uma criança de 5 a 9 anos e pedir-lhe um conselho sobre algo que você considera muito difícil de resolver
Dostoiévski em Crime e Castigo, diz que a alma se cura ao lado de uma criança e que não há melhores conselheiras do que elas. Além de que são ótimas guardadoras de segredos. Eu tenho um neto de cinco anos e a minha conversa foi com ele. Perguntei-lhe sobre o que ele faria se fosse eu que haveria de decidir se pedia ao juiz que ele viesse morar comigo. Então ele me disse: “eu perguntaria para ao juiz se você pode ir morar comigo e a minha mãe”.  Saí dessa conversa, lúcida.
9 – Visitar o túmulo de ente querido
Independente de crendo religioso ou superstição, faz-se necessário. Acredite, é libertador sentar-se ao lado da sepultura e dizer tudo que sente como se a pessoa pudesse lhe ouvir. Chorar, segurar a punhado de terra, tocar as pétalas das rosas e depois narrar algumas cenas engraçadas vividas por você e o ente. Fui visitar a sepultura do meu filho dois anos depois de sua ‘automorte’. Depois de chorar imenso passei alguns minutos rindo de suas travessuras infantes e juvenis. Saí de lá, em paz.
10 – Se confessar 
Eu não sou adepta a nenhuma religião. Sou estudiosa da espiritualidade e gosto das meditações sob o som de Chopin. Mas considerei o convite de um amigo à confissão, bastante interessante. Não em um confessionário tradicional, mas com uma autoridade religiosa disposta a ouvir seus lamentos culposos só pela razão de ser aquele que sabe ouvir sem julgar.  Foi muito gratificante poder falar de modo aberto sobre meus erros, vergonhas, medos, culpas… com aquele estranho que eu jamais voltarei a ver. Um abraço, um Deus te abençoe e vai e não peques mais.  Simples demais? De jeito. O quanto de verdade sobre nós mesmos somos capazes de aguentar? Quando alguém nos fere com a verdade, somos impelidos à agressividade verbal e até física. Nossa mente não foi programada para verdade, mas para aceitar as mentiras como alívio da consciência. Então, num momento de confissão a gente pode se despir deste nosso eu camaleão que se adapta a tudo e a todos, que se camufla para ser aceito e enfim aguentarmos por alguns instantes toda a verdade sobre nós mesmos sob a lanterna de um estranho agente da bondade e do perdão. Saí de lá, perdoada.

Fonte: Do Portal Raízes

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O jovem Netinho retorna a tribuna do Senado após ser eleito vereador de Parelhas!

Após ser eleito vereador de Parelhas com 665 votos, o jovem Netinho, que fez parte do Projeto Jovem Senador do RN em 2014, retornou a tribuna do Senado Federal na última terça-feira (29/11) para se despedir do cargo de Jovem Senador.
Aproveitou para agradecer aos eleitores de Parelhas pela vitória para ocupar uma cadeira no legislativo do município seridoense.
O Programa Senado Jovem Brasileiro, criado por meio da Resolução 42/2010, engloba o Projeto Jovem Senador e o Concurso de Redação do Senado Federal.  O nome-síntese Jovem Senador é utilizado para referir-se ao conjunto das atividades do Programa. O Jovem Senador é realizado anualmente e proporciona aos estudantes do ensino médio das escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, de até 19 anos, conhecimento acerca da estrutura e do funcionamento do Poder Legislativo no Brasil.

II Semana da Consciência Negra do IFRN é destaque no Campus Avançado Parelhas.

As comemorações acerca do dia da Consciência Negra se inserem num amplo contexto de discussões, lutas e articulação de políticas públicas que reconstroem uma narrativa histórica sobre a experiência de africanos e seus descentes no Brasil.
Dessa forma, a realização deste evento objetiva promover atividades formativas sobre a questão, através de oficinas, debates e exposição de curtas em diálogo com a comunidade escolar do município.
A Semana ocorrerá entre os dias 07 e 11 de dezembro e é realizada pelo IFRN, Campus Avançado Parelhas, através das comissões locais do NEABI (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas) e do NUARTE (Núcleo de Artes do IFRN), com apoio do Ponto de Cultura do Município de Parelhas/RN.
As inscrições estão sendo realizadas aqui.
Por Blog da Wllana Dantas

Mais de 80% dos pequenos negócios não buscam empréstimos bancários

Pesquisa do Sebrae aponta que altas taxas de juros e burocracia são as principais dificuldades dos empresários
As instituições financeiras estão mais afastadas das micro e pequenas empresas. Em 2016, 83% dos pequenos negócios não recorreram a empréstimos bancários, um número quase 10% maior do que em 2015. Os dados constam em pesquisa do Sebrae com 6.886 empreendedores de todo o país. Para 47% dos empresários, a redução nas taxas de juros seria a melhor solução para facilitar a aquisição de financiamentos. A diminuição da burocracia é apontada como sugestão para 27% dos pesquisados.
“O custo do dinheiro, a burocracia e a exigência excessiva de garantias pelos bancos fazem com que os empreendedores busquem outras fontes para financiar seus negócios. Os empresários estão estrangulados, é preciso encontrar formas de facilitar o acesso das micro e pequenas empresas ao crédito, sem juros de agiotagem, como a proposta da Empresa Simples de Crédito”, defende o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.
Como alternativa aos bancos, a maioria negocia prazo de pagamento com fornecedores (52%), usa cheque pré-datado (27%) ou especial (20%) e o cartão de crédito empresarial (21%). Mesmo nessas formas de financiamento, entretanto, houve queda no percentual de utilização. Das empresas pesquisadas, 22% não estão utilizando financiamento algum – dez pontos percentuais acima do ano passado – e 15% mantêm empréstimos em bancos.
A pesquisa do Sebrae apontou ainda que 19% dos empreendedores que já buscaram as instituições financeiras para obter financiamento, em algum momento da vida empresarial, tiveram o pedido de empréstimo negado, contra 14% apontado na pesquisa realizada em 2015. Para 16% desses, a justificativa ouvida dos bancos foi a falta de linha de crédito para o perfil e outros 13% receberam a argumentação de que a conta corrente era muito nova.
Empréstimos concedidos
Em contraponto aos 83% de empresários que não buscaram os bancos, 17% recorreram às instituições financeiras para conseguir crédito. Apenas dois em cada três dentre os que solicitaram empréstimo nos últimos seis meses tiveram sucesso. As altas taxas de juros estão entre as principais dificuldades assinaladas para 51% dos entrevistados, logo depois vem a falta de garantias reais, conforme avaliaram 22% dos empresários.
Já entre os empreendedores que contraíram financiamento, 53% o utilizaram para capital de giro e 36% o aplicaram na compra de mercadoria para revenda. Outros 32% dos entrevistados investiram na reforma ou ampliação do negócio.
Fonte: do AGORA RN